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De cozinhar por mais!

Receitas de comer e cozinhar por mais!

Panados no forno

Temperar os panados (de frango, peru, porco ou vitela - é indiferente) com alho, sal e um pouco de sumo de limão. Deixar repousar.

Bater duas (ou mais, dependendo da quantidade dos panados) gemas de ovo para panar; preparar um recipiente com o pão ralado. Molhar os bifes (ambos os lados) na gema de ovo e colocar no pão ralado. Bater bem os bifes no pão-ralado, de forma a torna-los mais tenros e fazer com que o granulado fique bem colado à superfície da carne. 

Preparar um tabuleiro forrado com papel vegetal. Colocar um fio de azeite ao longo de todo o tabuleiro. Dispor os panados no tabuleiro e colocar no forno, a cerca de 200º. Retirar quando começarem a ficar tostados - não é necessário virar.

 

Sugestão: em vez do pão ralado pode optar-se por uma opção mais saudável e diferente, ralando (ou apenas desfazendo) corn flakes e panando os bifes, conforme se faz com o pão ralado.

Massa com carne

Fazer um estrugido com azeite, alho e cebola. Abrir com um pouco de vinho branco. Depois, colocar a carne e rodelas de cenoura, assim como os temperos - sal, louro e um caldo knorr. Deixar refogar e cozer a carne.

Depois de cozida, colocar a massa. Esperar que coza. Servir.

Piano no forno

Comprar uma costeleta de porco (também conhecida por piano). Tentar que não seja muito grande - é preferível comprar mais pequenas, várias tiras, do que muito grandes.

Num almofariz fazer a paparoca com óleo, sal, colorau e alho. Colocar, a gosto, piri-piri, tomilho e louro. Esfregar a carne com este tempero e deixar repousar.

Cobrir o fundo da assadeira com gomos de cebola. Colocar a carne e regar com cerveja, whysky e azeite. Colocar as batatas (caso seja esse o acompanhamento preferêncial) - previamente temperadas com sal, azeite, colorau e uma pitada de vinagre.

Tirar do forno quando já estiverem assadas e douradinhas.

Timbale de Frango

Uma das grandes vantagens do Timbale de Frango é que não precisa de acompanhamento: a massa folhada é hidrato suficiente para nos satifazer :) É um prato fácil, versátil e que pode fazer um brilharete numa mesa.

Primeiro estufa-se o frango num estrugido (com azeite, alho e cebola), preferêncialmente na panela de pressão - no caso de ser caseiro é obrigatório, porque é normalmente muito duro. Temperar com sal, vinho branco e folha de louro.

Depois de cozido, retirar a pele e os ossos e desfiar. Se estiver bem cozido, ele já fica naturalmente meio desfiado. 

Aproveitar a água de cozer do frango, misturando o frango, a cenoura e o pimento, deixando refogar. Os ingredientes a acrescentar aqui são ao gosto de cada um, garantindo sempre que a misture fique equilibrada - se só se colocar cenoura, a tendência será ficar doce, por exemplo. Outras alternativas são couves, ervilhas, cogumelos salteados... o que gostarmos e existir na dispensa. Juntar caldo knorr para terminar o tempero.

Depois de ter o preparado pronto, forrar uma assadeira em forma de tarte com massa folhada de compra (para este formato, o ideal é ser redonda). Verter o preparado para a forma forrada. Cobrir com outra camada de massa folhada, unindo as bordas com as mãos ou um garfo. Retirar excessos de massa que possam estar de fora da assadeira - facultativamente podem aproveitar-se para fazer rolinhos decorativos, por exemplo. Por fim, espalhar gema de ovo em cima da massa folhada.

 

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Arroz de camarão

Comprar camarão cozido em qualquer superfície comercial. Descascar o camarão e guardar as cabeças. 

Fazer estrugido com azeite, alho e cebola. Abrir o estrugido com vinho branco e juntar tomate (pode ser congelado), pimento e uma folha de louro para dar sabor. Depois de aguardar um pouco, colocar as cabeças do camarão e deixar refogar, acrescentando água sempre que necessário. Temperar com sal, picante (se gostarem) e com um caldo de marisco. Deixar apurar. 

Depois de apurado, retirar as cabeças do caldo. Espremer as cabeças que saíram, aproveitando a água que delas sai - pode usar-se uma varinha mágica para as desfazer (mas o molho fica mais espesso) ou o passe-vite. 

Colocar os camarões e o arroz carolino, de forma a ficar malandrinho. Colocar uma parte de arroz por cada parte de água.

No fim, servir com umas folhas de salsa por cima. 

 

Sugestão: colocar berbigão congelado para dar um toque mais de marisco.

Polvo assado & Arroz de Polvo

Para ambos os pratos, é necessário cozer primeiramente o polvo - na panela de pressão é mais rápido, numa panela normal demora cerca de 1h30 (ou mais). Ter sempre em conta que o polvo diminui frequentemente para metade do seu tamanho.

Se for congelado, pôr dois dedos de água no fundo de forma a evitar que cole ao fundo. Juntar uma cebola e  colocar um cálice de uma bebida branca (whisky, aguardente, gin) de forma a ficar mais tenro. Ir vigiando. Quando o garfo entrar com facilidade, o polvo está cozido.

 

Para o Arroz de Polvo

Fazer um estrugido com azeite, cebola e alho. Colocar o polvo. Acrescentar água (pode usar-se parte da água de cozer o polvo, que dá mais paladar - no entando, é preciso ter cuidado com o sal, uma vez que muitas vezes esta água está extremamente salgada). Temperar conforme necessário. Colocar o arroz (carolino, de preferência, caso seja arroz malandro). Para arroz malandro, colocar duas medidas de água para uma de arroz; para arroz seco, uma medida de água para uma de arroz.

 

Para o Polvo Assado com Batata a Murro

Forrar o fundo da assadeira com azeite, alho e salsa picados. Misturar polvo no molho, colocar na assadeira e pôr no forno.

Para fazer as batatas a murro: dar um golpe (no sentido do interior da batata) em cada batata. Pôr um copo com água no microondas, a acompanhar as batatas, e deixar cozer uns 5 minutos - ir verificando mais para o fim do tempo se as batatas já estão cozidas. Quando estiverem prontas, tirar com cuidado do microondas, dar um murro em cada uma com a ajuda de uma colher de pau (de forma a ficarem esborrachadas sem nos queimarmos) e envolver no molho da assadeira. Devem ser colocadas ao mesmo tempo que o polvo.

 

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Peixe assado no forno

Ingredientes (quantidades dependentes do gosto e do tamanho do peixe e da assadeira):

Peixe

Cebola

Alho

Salsa

Louro

Bacon

Banha de porco

Azeite

Vinho branco

Batatas

Colorau

Sal e picante

Vinagre

 

Preparação:

Começar por fazer uma cama de cebola, alho, salsa e louro no fundo da assadeira. 
Colocar o peixe na assadeira, fazendo alguns golpes no seu lombo. Pôr pedaços de bacon e de banha dentro dos golpes e da cavidade central.
Pôr colorau no topo. Regar com vinho branco e azeite.

Antes de colocar no forno, colocar as batatas. Temperar as batatas com colorau, sal e vinagre.
Regar tudo com azeite no final.

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Peixe ao sal

Uma das refeições que mais adoro fazer é peixe ao sal! Há muita gente que não conhece esta forma de fazer peixe (eu, pelo menos, só a via em restaurantes mais caros e com peixes de grande porte), mas é óptima forma de cozinhar porque o peixe não perde a sua "água natural", fica suculento e não absorve todos aqueles molhos terríveis à base de óleos que lhes pomos quando os assamos no forno. Para além do mais, é uma receita barata (tirando o preço do peixe, que vai variar consoante o que escolherem), faz-se super rápido e dá para servir quantas pessoas quiserem, consoante o tamanho do peixe.

Eu costumo fazer com douradas e robalos - quando maior o peixe for, menor será o risco de ele "secar". Ainda assim, eu faço muitas vezes um peixe pequeno para comer sozinha, e ele sai igualmente suculento e saboroso! Tenham o cuidado de referir na peixaria que o peixe vai ser feito ao sal, para não lhe retirarem as escapas, o que vai permitir que ele não absorva o sal - a única coisa que lhe vão fazer vai ser retirar as tripas.

 

Ingredientes (para um peixe para uma só pessoa):

- peixe (robalo, dourada, sargo...)

- 700g de sal marinho

- 2 claras

- 4 raminhos de salsa (sem caule)

- 2 dentes de alho

- 1 folha de louro

- azeite q.b.

 

Preparação

Começar por pré-aquecer o forno a 200º. Lavar a salsa e a folha de louro e retirar a pele dos dentes de alho e esmaga-los com a ajuda de uma faca. Dobrar a salsa ao meio e coloca-la dentro do peixe (no local onde estavam antes as estranhas); tenham o cuidado de as empurrar para baixo e não se limitem a pô-las na parte que está aberta, de modo a "cobrir toda a área". Acrescentem depois a folha de louro e os dentes de alho. O peixe está assim pronto.

Colocar o sal numa tigela e acrescentar as claras - não ao mesmo tempo, mas uma a uma, para ir vendo a textura do sal. Misturem com as mãos. A textura ideal é ficar como areia molhada, notando-se alguma consistência entre os grãos mas que não fiquem totalmente colados pela viscosidade da clara. Acrescentar sal se a mistura ficar demasiado viscosa. 

Num tabuleiro, fazer uma cama de sal - só com o tamanho suficiente para "deitar" o nosso peixe, não é preciso cobrir o tabuleiro todo em partes onde o nosso peixe nunca chegará. A camada de baixo não precisa de ser muito espessa - gastem a maior parte do sal na parte superior. Deitem o peixe sobre a cama e deitem uns fios de azeite por cima dele (fazer este passo só caso o peixe seja pequeno, de modo a não secar - quando é grande, não é necessário). Por fim, cubram-no com o resto do sal e "apertem-no" bem em direção ao peixe, de forma a que este fique bem "acomodado" na cama de sal. De frisar que a cabeça não precisa de estar coberta.

Levar ao forno e esperar que a camada de sal fique dourada (deverá demorar mais ao menos meia hora). Retirar do forno. A cama de sal deverá estar muito dura e a melhor forma de a retirar é bater inicialmente com um martelo de cozinha para partir a casca em pedaços grandes e só depois é que se deve ajudar com uma espátula ou faca. O resultado desejado é que o peixe saia exatamente como entrou e que, já no prato, a pele saia sem qualquer dificuldade (pode acontecer sair quando o estamos a tirar do sal, o que não tem mal - tenham apenas cuidado em não deixar muito sal ir para cima da parte desprotegida, de modo a não salgar o peixe).

Eu gosto de comer sem nada, mas podem acompanhar com batata cozinha e um fio de azeite.

A "cozinheira"

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